O mercado e o “Efeito Lula”

A semana começou quente. Em uma segunda-feira em que os mercados já abriram pessimistas com a aceleração da pandemia no Brasil, a lentidão na vacinação e as incertezas fiscais –afinal, o Orçamento de 2021 não foi nem votado–, uma decisão do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal) recolocou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no páreo para a eleição presidencial de 2022.
 
Essa dose de incerteza não caiu bem. A bolsa despencou 4% e o dólar quase bateu nos R$ 5,80. 
 
Há razão para preocupação? O 6 Minutos conversou com economistas para saber o que esperar para os próximos dias. Para eles, as incertezas eleitorais aumentam a volatilidade dos mercados, ameaçam as agendas de reformas e podem levar o atual governo a uma nova guinada populista — efeitos nada positivos para quem investe em bolsa.

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N.D. é funcionária de um grande banco em Brasília. Desde que os números de infectados pela covid-19 voltaram a subir, no fim do ano passado, ela voltou a trabalhar de casa. Usa seu próprio laptop. Para que seus superiores monitorem seu trabalho, ela precisa manter um software de reuniões online constantemente ligado, inclusive a câmera, durante as oito horas de sua jornada de trabalho.
 
“Sinalizo tudo que estou fazendo: se estou no chat, estou disponível. Se saio da frente do computador, eles sabem. Mas geralmente informo antes que vou sair e por quanto tempo. Entendo que é uma situação nova e que eles precisam ter algum controle”, diz ela.
 
Mas essa situação de saber que você está sendo monitorado não é confortável. Em muitos casos, o funcionário sequer sabe que está sendo espionado, já que alguns softwares de monitoramento podem ser instalados à distância.
 
Como agir diante desse verdadeiro Big Brother corporativo? O 6 Minutosconsultou alguns especialistas para saber qual a melhor conduta e como conseguir alguma paz de espírito para trabalhar.
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Levanta a mão quem comprou uma air fryer na pandemia. No ano passado, as vendas da fritadeira sem óleo cresceram 22% em relação a 2019, segundo levantamento da GfK, consultoria para o varejo.
 
O utensílio não chega a ser uma novidade dentro da cozinha: já está presente nos lares brasileiros há cerca de cinco anos. Mas os fabricantes dizem que ainda há muito espaço para aumento nas vendas de fritadeiras sem óleo.
 
“Se comparar com outros produtos, como o liquidificador, que já existe há 70 anos, a air fryer ainda é uma novidade. Estudos mostram que 80% dos lares não têm air fryer”, afirma Giovanni Marins Cardoso, presidente da Mondial.
 
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Mas o que pensam os chefs sobre a air fryer? O 6 Minutos conversou com Allan Datorre, que aprovou a novidade. “Percebi que dá para fazer muita coisa legal nela. As batatas mantêm a crocância. Ela consegue deixar douradinho por fora e manter a umidade da carne.” https://bit.ly/3vekbyf
 
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