Dá para ter uma carteira de ações blindada contra crises?

São muitos os fatores que influenciam diariamente o mercado de ações e, por tabela, os investimentos de milhares de brasileiros. Além das questões relacionadas ao desempenho das próprias empresas e da economia brasileira, há um importante componente sempre presente no radar das bolsas de valores: o mercado global.
 
No ano passado, a bolsa brasileira foi muitas vezes impactada, mesmo em momentos em que tudo parecia bem no cenário doméstico, pela guerra comercial entre China e Estados Unidos. Neste ano, a bola da vez é o coronavírus, epidemia que vem preocupando governos e investidores pelo mundo.
 
6 Minutos conversou com especialistas para saber se é possível montar uma carteira de ações à prova de crises globais. A primeira coisa a saber é que cada crise afeta o mercado de um jeito e que alguns setores podem ser mais atingidos que outros. A segunda é dica é tentar entender como a empresa em que você planeja investir ganha ou gasta dinheiro. É que se houver uma redução da demanda global por commodities, empresas como Vale, Petrobras e grandes frigoríficos podem ser afetadas pela queda nas exportações. 
 
Aquela velha recomendação de não colocar todos os ovos na mesma cesta nunca foi tão necessária. Quer saber mais? Veja as recomendações dos especialistas: http://bit.ly/3br4FVP
 
Entre no grupo do 6 Minutos e receba direto no WhatsApp as principais notícias do dia: https://6minutos.com.br/whatsapp
 
O governo ainda não conseguiu alinhar um discurso único sobre a questão da redução dos impostos que incidem sobre combustíveis. Em um aceno aos governadores, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que nenhuma mudança será feita no curto prazo, pois nem a União nem os Estados podem abrir mão de receita neste momento.
 
A fala de Guedes soou como música aos ouvidos dos governadores. “A interpretação do Paulo Guedes é que você só tem condição de fazer uma redução da carga tributária se houver substituição tributária”, afirmou o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. Só faltou combinar com o presidente Jair Bolsonaro, que disse na semana passada que vai enviar uma lei complementar ao Congresso para que o ICMS tenha um valor fixo por litro de combustível. Saiba mais sobre essa discussão: http://bit.ly/2SvbTPC
 
Os bancões estão sendo obrigados a rever suas estratégias de atuação para fazer frente à chegada das fintechs e bancos digitais, que ampliou a concorrência em um mercado que era dominado antes por poucos players. Levantamento do Estadão mostra que uma das medidas adotadas pelas três maiores instituições do país (Itaú Unibanco, Bradesco e Santander) foi fechar agências físicas: foram cerca de 500 só no ano passado.
 
Com menos agências e mais serviços digitais, esses bancos precisaram de menos mão-de-obra. Por isso, acabaram cortando quase 7.000 funcionários em 2019. Saiba mais: http://bit.ly/2OMqGoe
 
Você já ouviu falar em alinhadores dentais transparentes? São plaquinhas quase invisíveis que prometem roubar uma fatia do mercado dos aparelhos convencionais com bráquetes. Duas importantes empresas – a dona da Odontoclinic e a Sorridents – decidiram entrar nesse segmento, que é dominado pela americana Align, fabricante dos alinhadores Invisalign.
 
A novidade é que o custo dos alinhadores ficou menor agora: aparelhos mais simples custam cerca de R$ 5.000. Achou caro?  Custava quase o dobro há cinco anos. Norio Nakashima, CDO da Sorridents, diz que existe um fator aspiracional que move a compra desse tratamento. “Vou te perguntar uma coisa: o iPhone é caro? Existe o público que deseja ter esse tipo de produto.” 
Quer saber mais? Leia aqui: http://bit.ly/2OJrOck
A reforma trabalhista, que completou dois anos em 2019, mudou muito o processo de negociação entre patrões e empregados. Um dos mecanismos criados pela reforma foi a conciliação extrajudicial, que permite que empregadores e funcionários celebrem acordos dando quitação geral da rescisão.
 
Números da Corregedoria da Justiça do Trabalho mostram que esse tipo de acordo só vem crescendo. No Estado de São Paulo, o aumento em 2019 foi de 4.067,2% na comparação com os 12 meses antes da reforma trabalhista. No Brasil, o avanço foi de 1.572,6%. Quer entender como funciona esse tipo de negociação? Clica aqui: http://bit.ly/2tNO5hG
Você é do tipo que não pode ver um celular novo que já fica sonhando com o dia em que poderá trocar o seu? Então a sua lista de desejos ganhou mais um item: é o Galaxy Z Flip, o segundo smartphone dobrável da Samsung Electronics. O aparelho começará a ser vendido no Brasil a partir do dia 11 de março, com preço sugerido de R$ 8.999, nas versões ultravioleta e preto. A companhia lançou também três novos modelos do smartphone Galaxy S, com câmeras melhores e conectividade 5G. Ficou interessado? Leia mais aqui: http://bit.ly/2SG44qJ
A economia argentina deu novos sinais de fraqueza. O país decidiu adiar até 30 de setembro o pagamento de US$ 1,47 bilhão em principal do bônus AF20 do país, potencialmente complicando um programa mais amplo de reestruturação da dívida. O pagamento deveria ser feito na quinta-feira. O anúncio ocorreu menos de 24 horas depois de um fracasso na venda de títulos pela Argentina, que trouxe um sinal ruim para o plano de renovar um total de cerca de US$ 100 bilhões em dívidas. Saiba mais: http://bit.ly/2HgW7ms