A sangria é real

Você já deve ter tido a sensação de que a estrutura de atendimento dos grandes bancos vem sofrendo mudanças nos últimos tempos. Menos agências, um número menor de pessoas atendendo, incluindo gerentes. Para se ter uma ideia de como essa sensação é real, ao longo dos últimos oito anos os bancos comerciais múltiplos cortaram 67,2 mil postos de trabalho formal, de acordo com os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia. Em termos de fechamento de unidades, somente Itaú e Bradesco encerraram 500 agências em 2019. 
 
6 Minutos fez um raio-x nas demissões bancárias no ano passado, que chegaram à marca de 8.900 postos com carteira assinada. A pesquisa descobriu que as profissões relacionadas com o funcionamento de agências e atendimento ao cliente foram as que mais sofreram com essas demissões: gerentes, caixas e tesoureiros responderam por 8.000 cortes.
 
O que explica tantas demissões? O avanço da tecnologia de serviços financeiros vem permitindo uma estrutura mais enxuta, com os clientes aderindo, cada vez mais, a serviços bancários digitais. Essa mesma transformação tecnológica é determinante na entrada de novos concorrentes no setor, como fintechs (startups do setor financeiro) e bancos digitais, o que obriga os grandes bancos a buscar eficiência. Isso se traduz em redução de despesas, o que inclui o fechamento de agências e demissões.
 
O cenário é ruim para quem ainda trabalha na estrutura tradicional bancária, mas há uma saída para muitos profissionais da área: os novos concorrentes têm atraído muitos dos gerentes mais competentes dos bancões, estejam eles disponíveis no mercado ou não. A qualificação desses profissionais que já têm experiência no setor bancário pode ser somada a uma reciclagem de carreira que pode torná-los cada vez mais atraentes para posições nas empresas que estão chegando. https://bit.ly/39mR8N4
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Pela primeira vez em 33 anos de história, o WMC (sigla em inglês para Congresso Mundial Móvel), maior evento da indústria de telecomunicações e dispositivos móveis que é realizado em Barcelona, foi cancelado. “A preocupação global em relação à epidemia de coronovírus, as dificuldades para deslocamentos e outras circunstâncias fazem com que seja impossível realizar o evento neste ano”, disse John Hoffman, CEO do consórcio GSMA (sigla em inglês para Associação do Sistema Global para Comunicações Móveis), que organiza o WMC, em um comunicado enviado à imprensa.

O anúncio ocorreu após uma reunião de emergência do conselho do GSMA, depois da divulgação da desistência de expositores importantes, como Deutsche Telekom, Vodafone, BT e Nokia. Todas as empresas citaram a preocupação com a epidemia de coronavírus como a razão principal de desistirem de ir ao evento. https://bit.ly/2Slk5TK
O Banco Inter divulgou ontem seu balanço de resultados para o quarto trimestre de 2019, bem como os números finais da instituição no ano. Nele, a instituição revelou que obteve um lucro líquido de R$ 81,6 milhões em 2019, uma alta de 16,8% em relação ao ano anterior. Além do resultado, o Inter também revelou quais são as suas estratégias para os próximos meses, tendo como ponto de partida a nova versão do seu aplicativo para smartphones.

Segundo o comunicado, o Inter “está convicto de que o marketplace é a nossa nova grande estratégia e uma das principais vertentes do nosso super app. As receitas são geradas a cada compra e são fomentadas pela conveniência e vantagens oferecidas, como: dados de pagamento já cadastrados nas compras 100% através do app, cashback em todas as compras e, no futuro, a possibilidade de limite de crédito exclusivo para consumo em nossa plataforma”. https://bit.ly/2SoQOHX
A falta de recursos no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), o programa federal de crédito para o ensino superior, deixou muitos estudantes sem alternativas para acessar escolas particulares. Mas aos poucos, outros caminhos foram surgindo, como o financiamento por instituições privadas de crédito. A Pravaler, a maior do setor no país dedicada ao crédito estudantil, é uma delas. Desde 2006, a empresa já concedeu crédito para mais de 150 mil alunos.

Nesse cenário de escassez, qual é o segredo para facilitar a obtenção de crédito? Para Carlos Furlan, CEO da Prevaler, o essencial deve ser a empregabilidade do curso. “Para nós, o ideal é que haja uma aderência maior aos cursos e às universidades de melhor qualidade. E não é à toa: o estudante que se forma nessas instituições tem mais chances de pagar pelo financiamento no futuro”, afirma Furlan. “Quando o aluno tem o dinheiro, ele escolhe o curso que quer, e não aquele que cabe no bolso”. O restante da entrevista você confere em https://bit.ly/2OOUaSa.
Existe algo mais irritante do que entrar em contato com um serviço de atendimento ao cliente e se deparar com um menu de opções que não faz o menor sentido para resolver o problema ou dúvida que você tem? Pensando em melhorar essa experiência tão desgastante, a Americanas.com passou a utilizar o sistema de inteligência artificial do Google para atender seus clientes por WhatsApp.

Segundo Jean Lessa, diretor de tecnologia da B2W (dona da Americanas), a diferença entre essa nova assistente virtual e um chatbot convencional é sair do atendimento baseado em respostas padrões pré-estabelecidas para um fluxo de diálogo a partir da interação com o cliente. Na prática, isso significa que a assistente virtual consegue entender perguntas simples, como “Onde está minha geladeira?”. “A pessoa não costuma perguntar como está o status da entrega do pedido 003. Ela quer saber onde está a geladeira que ela comprou”, afirmou Lessa. https://bit.ly/2OJUQIL
O WhatsApp, aplicativo de mensagens que pertence ao Facebook, anunciou ontem que atingiu a marca de 2 bilhões de usuários, tornando-se a segunda plataforma de mídia social do mundo a atingir esse marco. A primeira é o próprio Facebook, que informou no fim de 2019 ter cerca de 2,5 bilhões de usuários ativos mensais.

A empresa vem desenvolvendo ferramentas de comércio eletrônico para app, conforme adota medidas para gerar receita com o aplicativo. Em novembro de 2019, foi lançado um recurso para pequenas empresas, os principais usuários do aplicativo WhatsApp Business, oferecendo uma “loja móvel” para expor seus produtos com fotos e preços.
A marca de roupas Reserva lançou uma camiseta com QR Code como parte da sua coleção para o Carnaval. Trata-se daquele código bidimensional, que pode ser lido com câmeras de celulares ou aplicativos, e que direciona o usuário para um link pré-definido. No caso da marca, que está vendendo as peças a R$ 129 em seu e-commerce, o link é exclusivo para o perfil do Instagram do usuário que está fazendo a compra.

No caso, a solução não é, nem de longe, exclusividade da Reserva: você também pode estampar um QR Code em uma peça de roupa. Caso você resolva customizar seu look para a festa de Momo com um código personalizado, escolha bem entre as ferramentas disponíveis na internet. Lembre-se do seguinte: no fim das contas, trata-se de um link que pode trazer informações pessoais, como seus perfis em redes sociais. Pense bem sobre os dados que você vai compartilhar e evite preencher cadastros desnecessários nas plataformas. https://bit.ly/2vrDoSA

Dá para ter uma carteira de ações blindada contra crises?

São muitos os fatores que influenciam diariamente o mercado de ações e, por tabela, os investimentos de milhares de brasileiros. Além das questões relacionadas ao desempenho das próprias empresas e da economia brasileira, há um importante componente sempre presente no radar das bolsas de valores: o mercado global.
 
No ano passado, a bolsa brasileira foi muitas vezes impactada, mesmo em momentos em que tudo parecia bem no cenário doméstico, pela guerra comercial entre China e Estados Unidos. Neste ano, a bola da vez é o coronavírus, epidemia que vem preocupando governos e investidores pelo mundo.
 
6 Minutos conversou com especialistas para saber se é possível montar uma carteira de ações à prova de crises globais. A primeira coisa a saber é que cada crise afeta o mercado de um jeito e que alguns setores podem ser mais atingidos que outros. A segunda é dica é tentar entender como a empresa em que você planeja investir ganha ou gasta dinheiro. É que se houver uma redução da demanda global por commodities, empresas como Vale, Petrobras e grandes frigoríficos podem ser afetadas pela queda nas exportações. 
 
Aquela velha recomendação de não colocar todos os ovos na mesma cesta nunca foi tão necessária. Quer saber mais? Veja as recomendações dos especialistas: http://bit.ly/3br4FVP
 
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O governo ainda não conseguiu alinhar um discurso único sobre a questão da redução dos impostos que incidem sobre combustíveis. Em um aceno aos governadores, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que nenhuma mudança será feita no curto prazo, pois nem a União nem os Estados podem abrir mão de receita neste momento.
 
A fala de Guedes soou como música aos ouvidos dos governadores. “A interpretação do Paulo Guedes é que você só tem condição de fazer uma redução da carga tributária se houver substituição tributária”, afirmou o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. Só faltou combinar com o presidente Jair Bolsonaro, que disse na semana passada que vai enviar uma lei complementar ao Congresso para que o ICMS tenha um valor fixo por litro de combustível. Saiba mais sobre essa discussão: http://bit.ly/2SvbTPC
 
Os bancões estão sendo obrigados a rever suas estratégias de atuação para fazer frente à chegada das fintechs e bancos digitais, que ampliou a concorrência em um mercado que era dominado antes por poucos players. Levantamento do Estadão mostra que uma das medidas adotadas pelas três maiores instituições do país (Itaú Unibanco, Bradesco e Santander) foi fechar agências físicas: foram cerca de 500 só no ano passado.
 
Com menos agências e mais serviços digitais, esses bancos precisaram de menos mão-de-obra. Por isso, acabaram cortando quase 7.000 funcionários em 2019. Saiba mais: http://bit.ly/2OMqGoe
 
Você já ouviu falar em alinhadores dentais transparentes? São plaquinhas quase invisíveis que prometem roubar uma fatia do mercado dos aparelhos convencionais com bráquetes. Duas importantes empresas – a dona da Odontoclinic e a Sorridents – decidiram entrar nesse segmento, que é dominado pela americana Align, fabricante dos alinhadores Invisalign.
 
A novidade é que o custo dos alinhadores ficou menor agora: aparelhos mais simples custam cerca de R$ 5.000. Achou caro?  Custava quase o dobro há cinco anos. Norio Nakashima, CDO da Sorridents, diz que existe um fator aspiracional que move a compra desse tratamento. “Vou te perguntar uma coisa: o iPhone é caro? Existe o público que deseja ter esse tipo de produto.” 
Quer saber mais? Leia aqui: http://bit.ly/2OJrOck
A reforma trabalhista, que completou dois anos em 2019, mudou muito o processo de negociação entre patrões e empregados. Um dos mecanismos criados pela reforma foi a conciliação extrajudicial, que permite que empregadores e funcionários celebrem acordos dando quitação geral da rescisão.
 
Números da Corregedoria da Justiça do Trabalho mostram que esse tipo de acordo só vem crescendo. No Estado de São Paulo, o aumento em 2019 foi de 4.067,2% na comparação com os 12 meses antes da reforma trabalhista. No Brasil, o avanço foi de 1.572,6%. Quer entender como funciona esse tipo de negociação? Clica aqui: http://bit.ly/2tNO5hG
Você é do tipo que não pode ver um celular novo que já fica sonhando com o dia em que poderá trocar o seu? Então a sua lista de desejos ganhou mais um item: é o Galaxy Z Flip, o segundo smartphone dobrável da Samsung Electronics. O aparelho começará a ser vendido no Brasil a partir do dia 11 de março, com preço sugerido de R$ 8.999, nas versões ultravioleta e preto. A companhia lançou também três novos modelos do smartphone Galaxy S, com câmeras melhores e conectividade 5G. Ficou interessado? Leia mais aqui: http://bit.ly/2SG44qJ
A economia argentina deu novos sinais de fraqueza. O país decidiu adiar até 30 de setembro o pagamento de US$ 1,47 bilhão em principal do bônus AF20 do país, potencialmente complicando um programa mais amplo de reestruturação da dívida. O pagamento deveria ser feito na quinta-feira. O anúncio ocorreu menos de 24 horas depois de um fracasso na venda de títulos pela Argentina, que trouxe um sinal ruim para o plano de renovar um total de cerca de US$ 100 bilhões em dívidas. Saiba mais: http://bit.ly/2HgW7ms

Cuidado com a pegadinha

Você recebeu o aviso do seu gerente do banco de que terá direito a um upgrade no seu status como cliente. Passará a ser Personnalité, Prime, Estilo ou Select, para citar as denominações dadas pelos maiores bancos do país. É motivo de celebração, certo? Não necessariamente. A depender do uso (ou da falta dele) dos serviços aos quais passará a ter direito, como um gerente dedicado ou acesso a certos fundos de investimento, essa será uma promoção que pode não valer a pena. Isso acontece porque ser cliente de alta renda significa também pagar uma cesta mensal de serviços mais cara.

O fenômeno de transferência de clientes do varejo tradicional para a alta renda ajudou a impulsionar a carteira de investimentos dedicada ao segmento, segundo informações da Anbima (a associação que reúne as instituições do mercado de capitais). E também favoreceu os resultados dos bancos, dada a importância das receitas obtidas com as cobranças de serviços.

De acordo com dados da associação, a quantidade de contas no varejo de alta renda tem subido a um ritmo que é o triplo do avanço no varejo comum.

Diferentemente do segmento private, exclusivo para clientes com mais de R$ 3 milhões investidos, os bancos têm o poder de autodeterminar quem está em cada categoria. Saiba mais sobre a estratégia: http://bit.ly/2Sfo4Bd
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As transformações do mercado de crédito no país impactam também um dos segmentos mais importantes para o futuro, o financiamento estudantil. O Fies, programa federal que foi o grande motor de expansão do ensino superior privado no início da década de 2010, encolheu e deve financiar cerca de 15% do que alcançava no seu auge. Mas esse espaço está sendo ocupado pelo crédito privado. É um segmento que deve crescer 18% ao ano até 2025, segundo projeções de analistas, na contramão da redução do Fies. Saiba mais sobre as mudanças e o funcionamento do setor: http://bit.ly/38bKMzT
 
O presidente Jair Bolsonaro quis culpar os governadores e a cobrança do ICMS, um imposto estadual, pelo fato de a queda no preço da gasolina e do óleo diesel anunciada nas refinarias não chegar aos postos de combustíveis. Mas um olhar mais apurado na pesquisa semanal que a ANP (Agência Nacional do Petróleo) faz com mais de 3 mil postos em todo o país revela que há um responsável adicional: a margem de lucro dos postos, que aumentou 8,5% entre a primeira semana de janeiro e a primeira de fevereiro. Saiba quais são as alegações dos postos para a alta: http://bit.ly/2HdFt7e
As chuvas que castigaram a cidade de São Paulo e já haviam feito o mesmo em outras cidades do Sudeste nas últimas semanas deixaram um rastro de prejuízos para empresas e a população. Em momentos assim, a dúvida é saber se o seguro – para quem dispõe dele – cobre perdas contra alagamentos que causam danos a carros e casas. Ou se o trabalhador que não conseguiu chegar ao local do emprego por causa do trânsito e do transporte público paralisado corre o risco de ter o dia descontado. Não há resposta única. O 6 Minutos ouviu especialistas e traz as explicações para cada caso e as orientações sobre como proceder: http://bit.ly/2UMFZRo
O investidor que tomou gosto pelo Tesouro Direto ganhou sete novas opções de títulos para aplicar seu dinheiro. São títulos já existentes, mas com prazos alongados. Tem título prefixado com juros semestrais e vencimento em 2031 e outros atrelados à variação da inflação que só vencem em 2055: é o caso do Tesouro IPCA+ com rendimento que acompanha o IPCA mais 3,42% ao ano, sem contar os juros semestrais. Conheça as demais opções que passaram a ser vendidos pelo Tesouro Direto: http://bit.ly/2UBQ3Ng
Que tal investir em uma startup de hotéis erguidos com impressoras 3D? Soou inovador demais, quase irrealista? Pois essa é a nova aposta de Travis Kalanick, que se notabilizou como o fundador da Uber. Depois de acabar de se desligar da empresa de aplicativo de transporte no fim de 2019, Kalanick decidiu investir na Habitas, que diz que pretende ser o Club Med dos millenials, em uma alusão sarcástica à rede francesa conhecida pelo luxo. Além do uso de impressoras 3D, a Habitas busca se diferenciar pelo ambiente de comunidade e a pegada sustentável. Saiba mais: http://bit.ly/2Sdlagy
A onda da redução da emissão de carbono vai ganhar uma nova fronteira. Bill Gates, o bilionário co-fundador da Microsoft, encomendou o primeiro super iate movido a hidrogênio líquido do mundo, que vai custar cerca de US$ 640 milhões. Produzido pela holandesa Feadship, o iate dispõe de piscina com borda infinita, heliponto, spa e academia, atrativos espalhados por seus 112 metros de comprimento e cinco andares. A embarcação com capacidade para levar 14 convidados e 31 tripulantes deve ser entregue em 2024. A história (em inglês) saiu no The Guardian: http://bit.ly/2OJqrKz

O ABC do ETC

Na semana passada, o Banco Central deu a estocada final nos investimentos conservadores, espremendo ainda mais a rentabilidade dessas aplicações ao reduzir a taxa de juros básica da economia para 4,25% ao ano.

Ou seja, cada vez mais, quem tem dinheiro na poupança e fundos de renda fixa (que ainda respondem por quase 40% da indústria!) está se perguntando onde colocar seu dinheiro para melhorar o retorno.

6 Minutos preparou um guia completo sobre uma dessas alternativas, os ETFs (sigla em inglês para Exchange-Traded Fund).

Apesar do nome complicado, seu funcionamento é bastante simples: se trata de um fundo em que não há um gestor escolhendo que ações comprar, já que os ETFs sempre seguem a variação de um índice, como o Ibovespa, por exemplo.

Acreditar que as perspectivas para as economias brasileira e internacional são positivas é fundamental para apostar nesse investimento, como contamos na reportagem.

Quer saber tudo a respeito dessa aplicação? Vai lá: http://bit.ly/3891dwR
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Uma corrida contra o tempo, sem locais para recarregar o celular, ir ao banheiro, comer, beber e até aguardar o próximo pedido. Uma reportagem do 6 Minutos descreve o mundo dos entregadores de aplicativos de entrega, como iFood, Rappi e Uber Eats, e mostra como eles passam o dia rodando a cidade em péssimas condições para ganhar menos de R$ 50.

Nos dias bons, os ganhos podem passar de R$ 100, mas para chegar neste valor é preciso passar mais de 12 horas na rua entregando pedidos de restaurantes, farmácias e supermercados.

Leia mais aqui: http://bit.ly/2w5gnVN
Com um ritmo mundial de expansão de vendas 30% superior ao da indústria de alimentos como um todo, o mercado de alimentação saudável vem conquistando também o Brasil. A mudança de comportamento das pessoas começa a transformar inclusive um ramo tradicional: o das refeições prontas, as famosas marmitas.

O segmento inclusive já passa por um processo de consolidação: a startup de refeições saudáveis Liv Up acertou a aquisição da concorrente VYA, que oferece comidas refrigeradas em pontos de venda dentro de escritórios comerciais.

Saiba mais sobre o negócio no 6 Minutoshttp://bit.ly/39qz5pj
 
A Cidade de Deus, bairro de Osasco onde o Bradesco tem sede, deve respirar ares de mais governança corporativa a partir de março. O banco decidiu propor aos acionistas, pela primeira vez, a criação de duas vagas para membros independentes em seu conselho de administração.

Conselheiros que não sejam executivos ou ex-executivos do banco são bem vistos pelo mercado porque tendem a ajudar a defender, por exemplo, interesses de acionistas minoritários nas decisões.

http://bit.ly/2S8LKYa
Vai ficar mais caro. O argentino Carlos Zarlenga, presidente da General Motors na América do Sul, disse com todas as letras que, com o avanço do dólar, o aumento no preço de veículos projetado para 2020 vai ficar acima do registrado em anos anteriores. “Neste ano, o reajuste será maior”, disse Zarlenga. “Não tem o que fazer: http://bit.ly/3bmBN0L
Estudar felicidade na faculdade parece estranho? Pois ganharam espaço nos últimos anos, em cursos das mais diversas áreas e em instituições de todos os cantos do país, disciplinas que propõem discussões e aprendizados sobre o bem-estar mental.

A ideia é dar ferramentas aos estudantes para lidar com dificuldades típicas dessa fase da vida e do cotidiano nas universidades: http://bit.ly/3bfLTjU
Para quem não aguentou ficar acordado para ver os ganhadores do Oscar, o repórter Guilherme Venaglia  acompanhou tudo para te contar os vencedores em todas as categorias. Vai lá: http://bit.ly/3bksluG

O custo invisível do conforto

Quase R$ 5 mil gastos ao longo de um ano. Esse é o valor médio que os brasileiros que utilizam aplicativos de transporte, entrega de comida e streamings de filme e música pagaram, em média, por esses serviços em 2019.

Um levantamento exclusivo do Guiabolso para o 6 Minutos mostra que os valores individuais são baixos e lançados diretamente no cartão de crédito, o que faz com que as pessoas não se deem conta do quanto esses valores comem da sua renda.

“Muitas só descobrem quanto gastaram quando chega a fatura do cartão”, afirma Julio Duram, diretor de Produto e Tecnologia do site.

Por categoria, a maior despesa é com aplicativos de transporte, como Uber, 99 e Cabify. O gasto médio somente em dezembro do ano passado foi de R$ 156,25. O valor aumentou, era de R$ 135 um ano antes.

Em segundo lugar aparecem os apps de entrega de comida, como Rappi e iFood, com um gasto médio mensal de R$ 105,75.

Quer saber mais? Vai lá: http://bit.ly/375s8bA

A vida pós-Copom

Prevaleceu a expectativa da maior parte do mercado. A queda da taxa básica de juros de 4,5% para 4,25% ao ano foi acompanhada da mensagem inédita do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central:

“Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”. Ou seja, se não houver mudança radical no cenário de economia e inflação, a taxa não muda tão cedo. Para analistas, a Selic continua nesse patamar até o fim do ano e só volta a subir em 2021.

Para quem investe, significa que aplicações de renda fixa ficam ainda menos vantajosas. Se você quiser buscar um rendimento maior, terá que buscar outras alternativas. Para a economia brasileira, será o momento de esperar que o menor juro básico da história surta (ainda mais) os esperados efeitos de estímulo da demanda, ao crédito e aos investimentos das empresas, porque a Selic não será mais um instrumento disponível para ser manejado.

Sobre esse ponto, vale destacar que o BC falou em “aumento da potência da política monetária” decorrente de um sistema financeiro em transformação, com menor interferência do estado e maior concorrência privada. Traduzindo: a redução do juro pode surtir mais efeito do que o esperado, certamente mais do que no passado recente, e isso é algo a ser acompanhado para evitar que possa se tornar um risco para a inflação futura. Entenda mais sobre a decisão do Copom e o que acontece daqui em diante: http://bit.ly/2GUHnJI

Sem pânico, sem prejuízo

O aumento rápido do número de investidores pessoa física na Bolsa brasileira é notável: no fim do ano passado, havia quase 1,7 milhão de CPFs cadastrados para operar na B3, mais do que o dobro dos 813,2 mil ao final de 2018. Com isso, é possível dizer que há muitos novatos que estão se aventurando no mundo da renda variável.
 
Para esse novato, o ano de 2020 começou assustando. Ele está descobrindo, a duras penas, que acontecimentos sem relação direta com o mundo econômico podem derrubar o valor de mercado de empresas listadas em bolsas e, portanto, a sua rentabilidade. A crise de saúde pública derivada do coronavírus, originada na China, é um exemplo clássico: provocou uma tensão geral no mercado global e fez o Ibovespa, índice de referência da Bolsa, cair 5% em apenas seis pregões.
 
Para deixar de ser vítima das possíveis perdas provocadas pela maior exposição ao risco, o pequeno investidor precisa se proteger dessas oscilações. Segundo especialistas ouvidos pelo 6 Minutos, a melhor forma de proteção é buscar um equilíbrio confortável para o seu perfil, que considere suas necessidades de liquidez, seu objetivo de rentabilidade e seu apetite a riscos. Para alguns, mais conservadores e dispostos a não correr quase nenhum risco, a dica pode ser até mesmo sacrificar uma rentabilidade maior e não investir em renda variável.
 
Outra boa dica para quem resolveu colocar dinheiro no mercado de ações é diversificar e diluir seu investimento entre diferentes empresas e setores. Se você está dando seus primeiros passos e não acredita que pode avaliar cada companhia para decidir suas compras e vendas, uma opção mais segura pode estar em fundos de ações com gestores profissionais, que colocarão a experiência deles a seu serviço. https://bit.ly/2GWQYj8

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O combustível do foguete que impulsionou os mercados em 2019 vai acabar. As taxas de juros nas economias desenvolvidas não vão continuar próximas de zero para sempre e, quando isso deixar de acontecer, a volatilidade voltará aos mercados. A previsão pode parecer alarmista para quem aguarda um novo ano de recordes nas bolsas, mas merece atenção pela reputação do mensageiro: o bilionário investidor americano Seth Klarman, que comanda um dos maiores fundos hedge do mundo, o Baupost Group, com cerca de US$ 30 bilhões em ativos sob gestão. Klarman fez o alerta em sua carta anual enviada a investidores de seus fundos no fim de janeiro. Desde então, a publicação se tornou tema de debates no mercado financeiro.
 
Uma das razões da carta é explicar o retorno abaixo de 10% do Baupost em 2019, o que Klarman disse que se deveu a uma combinação de fatores: posições conservadoras, ações de valor (value stocks em inglês) que continuaram a ter um desempenho abaixo do esperado, a falta de boas oportunidades e alguns erros cometidos na gestão do portfólio. “Algumas vezes, o mercado te conta uma história, mesmo que os negócios da companhia digam outra coisa. Esse é o caso de muitas ações de valor atualmente, cujas cotações sobem abaixo da média de mercado de forma significativa, mesmo que as empresas tenham um forte fluxo de caixa operacional”, afirmou o gestor. https://bit.ly/2unyshl

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Parcelar, parcelar, parcelar. Os juros baixos e o momento de maior confiança na economia vêm elevando o número de meses para pagamento de financiamentos no Brasil. No caso de aquisição de bens como eletrônicos e eletrodomésticos comprados no boleto, esse tempo é de 19 meses em média (era de 13 no final de 2017). Mas será que vale a pena dividir a perder de vista? Tudo depende de quanto dinheiro você tem disponível e das condições oferecidas pelo varejista.
 
Em primeiro lugar, é importante lembrar que o rendimento de investimentos em renda fixa caiu bastante nos últimos meses. Três anos e meio atrás, quando a taxa básica da economia, a Selic, estava acima de 14% ao ano, planejadores financeiros aconselhavam parcelar as compras e deixar recursos rendendo em fundos conservadores, que acompanham juros. Esse não é mais o caso hoje, com a taxa a 4,5% ao ano. “Se for possível barganhar um pagamento à vista com desconto, vale muito a pena”, afirma a planejadora financeira Malu Spricigo, da consultoria Par Mais. https://bit.ly/2SizQcT