A conta do combustível

O consumidor que lute para abastecer o tanque do carro. A Petrobras anunciou novos reajustes nos preços da gasolina (7,05%) e do diesel (9,15%), que entram em vigor a partir de hoje nas refinarias.

Para o consumidor, entretanto, o percentual de reajuste deve ser um pouco menor. André Braz, coordenador do índice de preços do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia), estima que o aumento nos postos de combustível seja de 3%.

Isso significa que o preço médio do litro da gasolina, que estava em R$ 6,361 na semana passada, pode passar para R$ 6,552. Já o preço máximo, que era de R$ 7,469, pode ir a R$ 7,693.

Embora o aumento já comece a doer a partir de agora no bolso do consumidor, ele só será captado a partir do IPCA de novembro. “O que será captado pelo IPCA de outubro será muito pequeno. O peso maior para a inflação acontece a partir de novembro”, afirma Braz.
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Até bem pouco tempo atrás, a ideia de ter investimentos fora do Brasil era algo que não passava pela cabeça do grande público. Para o segmento de alta renda, essa possibilidade sempre esteve à mão, facilitada pelo acesso a produtos sofisticados e serviços de gestão personalizados. Para o cliente de varejo, o que restava eram alguns poucos fundos de investimento, com exposição internacional limitada a 20% da carteira, o que proporcionava um “tempero gringo” bastante suave.

Esse cenário vem mudando de 2020 para cá. De um lado, corretoras vêm acenando para a pessoa física com a chance de começar a investir no exterior com quantias iniciais menores. De outro, a oferta de soluções que permitem dar exposição internacional a uma carteira sem a necessidade de operar fora do país está crescendo.

Essas soluções incluem BDRs de ações de empresas estrangeiras e ETFs que seguem índices do exterior, todos hoje disponíveis para a pessoa física na B3. Além disso, em agosto deste ano o C6 Bank começou a oferecer uma ferramenta de investimento que também tem esse viés: o C6 TechInvest, que permite ao cliente se expor a uma carteira de nove ativos, incluindo Bolsas dos Estados Unidos e títulos de renda fixa do Tesouro americano.

Igor Rongel, head de investimentos do C6 Bank, explica ao 6 Minutos que olhar para o exterior faz sentido para investidores de todos os perfis, e não apenas nos momentos mais conturbados da economia, e aponta vários caminhos para isso. 
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A Getnet, empresa de maquininhas do Santander, estreou no Ibovespa na segunda-feira passada (18) e desde então suas ações tiveram dias de muita volatilidade. Em um dia seus papéis subiram dois dígitos, e no outro caíram na mesma proporção. Uma verdadeira montanha-russa para o investidor.

“Nos primeiros dias, o mercado entendeu que, ao se desvencilhar do banco Santander, a Getnet ficou bem mais livre para seguir um projeto de empresa de tecnologia”, afirma Vírgilio Lage, especialista da Valor Investimentos. “Hoje a companhia é focada nas maquininhas, mas a cisão abre a possibilidade para virar um banco digital, por exemplo. Basicamente, é como se a empresa tivesse saindo do concorrente”.
 
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O que nossos juros dizem sobre o Brasil

Em um ambiente de forte incerteza fiscal e alta dos títulos públicos americanos, não para de crescer a diferença entre a taxa de juros básica atual da economia, a Selic, e aquela cobrada pelo mercado para empréstimos de longo prazo no país.

Atualmente, nossos juros básicos estão em 2% ao ano, segunda menor taxa entre as nações emergentes. Mas os investidores dos nossos títulos já pedem mais de 8% para os títulos de 10 anos, o que faz com que a precificação do risco da nossa dívida no longo prazo só perca para a da África do Sul.

Explicamos o que é a curva de juros de um país, o que está fazendo os juros futuros aumentarem no Brasil e como a pandemia e os juros nos EUA impactam nesse cenário.

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Há muitos anos, comunidades como a asiática, a árabe e a judaica já sabiam qual era a receita para melhorar o nível econômico de seu povo: gastar seu dinheiro com os empreendedores de seu próprio nicho social. Isso acontece há muito tempo, como prova a formação de bairros étnicos como a Liberdade em São Paulo, Little Italy em Nova York ou a Chinatown de San Francisco.

Recentemente, o conceito foi adotado também pela comunidade LGBT e nasceu aí o conceito de pink money. Agora, chegou a vez do black money: o movimento que pretende fazer com que os negros fortaleçam o comércio de empreendedores pretos. “Os empreendedores negros são mais vulneráveis”, diz Mauro Oddo, economista do Ipea. “Entre dois empreendimentos similares, na mesma região e sob as mesmas condições econômicas, o que pertence ao negro sofre mais.”

Conheça quatro iniciativas do movimento black money no Brasil.

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A era dos ovos grandões de chocolate parece ter ficado para trás. Com o agravamento da crise gerada pela pandemia de coronavírus, fabricantes de chocolate apostam na venda de presentinhos na Páscoa deste ano. Esse é o caso da Mars, dona das marcas M&M’s, Snickers, Twix e Skittles.

No ano passado, a indústria de chocolates foi prejudicada pelo fechamento do comércio em março, afetando as vendas de ovos de Páscoa. Lojas especializadas em chocolate tiveram que fechar as portas e vender apenas nos canais digitais. As vendas físicas ficaram quase que restritas aos supermercados.

Saiba a quantas anda o consumo de chocolate e por que a Páscoa deste ano promete ser melhor que a de 2020.

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O mercado e o “Efeito Lula”

A semana começou quente. Em uma segunda-feira em que os mercados já abriram pessimistas com a aceleração da pandemia no Brasil, a lentidão na vacinação e as incertezas fiscais –afinal, o Orçamento de 2021 não foi nem votado–, uma decisão do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal) recolocou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no páreo para a eleição presidencial de 2022.
 
Essa dose de incerteza não caiu bem. A bolsa despencou 4% e o dólar quase bateu nos R$ 5,80. 
 
Há razão para preocupação? O 6 Minutos conversou com economistas para saber o que esperar para os próximos dias. Para eles, as incertezas eleitorais aumentam a volatilidade dos mercados, ameaçam as agendas de reformas e podem levar o atual governo a uma nova guinada populista — efeitos nada positivos para quem investe em bolsa.

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N.D. é funcionária de um grande banco em Brasília. Desde que os números de infectados pela covid-19 voltaram a subir, no fim do ano passado, ela voltou a trabalhar de casa. Usa seu próprio laptop. Para que seus superiores monitorem seu trabalho, ela precisa manter um software de reuniões online constantemente ligado, inclusive a câmera, durante as oito horas de sua jornada de trabalho.
 
“Sinalizo tudo que estou fazendo: se estou no chat, estou disponível. Se saio da frente do computador, eles sabem. Mas geralmente informo antes que vou sair e por quanto tempo. Entendo que é uma situação nova e que eles precisam ter algum controle”, diz ela.
 
Mas essa situação de saber que você está sendo monitorado não é confortável. Em muitos casos, o funcionário sequer sabe que está sendo espionado, já que alguns softwares de monitoramento podem ser instalados à distância.
 
Como agir diante desse verdadeiro Big Brother corporativo? O 6 Minutosconsultou alguns especialistas para saber qual a melhor conduta e como conseguir alguma paz de espírito para trabalhar.
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Levanta a mão quem comprou uma air fryer na pandemia. No ano passado, as vendas da fritadeira sem óleo cresceram 22% em relação a 2019, segundo levantamento da GfK, consultoria para o varejo.
 
O utensílio não chega a ser uma novidade dentro da cozinha: já está presente nos lares brasileiros há cerca de cinco anos. Mas os fabricantes dizem que ainda há muito espaço para aumento nas vendas de fritadeiras sem óleo.
 
“Se comparar com outros produtos, como o liquidificador, que já existe há 70 anos, a air fryer ainda é uma novidade. Estudos mostram que 80% dos lares não têm air fryer”, afirma Giovanni Marins Cardoso, presidente da Mondial.
 
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Mas o que pensam os chefs sobre a air fryer? O 6 Minutos conversou com Allan Datorre, que aprovou a novidade. “Percebi que dá para fazer muita coisa legal nela. As batatas mantêm a crocância. Ela consegue deixar douradinho por fora e manter a umidade da carne.” https://bit.ly/3vekbyf
 
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Juros magros, diversificação primeiro

Em tempos de juros magros, o investidor percebeu que precisa diversificar o tempero da carteira. E que terá que acrescentar algumas pitadas de risco se realmente quiser ver o bolo crescer. Um dos caminhos possíveis para conseguir essa exposição moderada ao risco, em busca de melhores rendimentos, são os ETFs (Exchange Traded Funds).

Esses fundos escolhem um índice de referência, que pode ser um índice de renda variável ou de renda fixa. O objetivo do gestor é entregar para os investidores do fundo um retorno idêntico à variação do índice seguido.

E ele consegue isso comprando as mesmas ações ou títulos que fazem parte da carteira do índice, na mesma proporção. Assim, o fundo vira uma espécie de espelho desse índice.
Para entrar, o investidor compra cotas desse ETF na Bolsa, da mesma forma que poderia adquirir ações de uma empresa.

6 Minutos fez um guia sobre essas aplicações, confira abaixo.
 
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O Leão já está aí: a declaração do Imposto de Renda começa em março. Se nenhuma regra mudar, como não muda há anos, quem ganhou acima de R$ 28.559,70 em 2020 deve prestar contas junto ao Fisco.

Além da remuneração, proprietário de bens superiores a R$ 300 mil ou pessoas que investem na bolsa de valores também são obrigados a declarar. Se você se enquadra nos requisitos, não deixe de fazer a declaração – se for entregue com atraso, o contribuinte fica sujeito ao pagamento de uma multa mínima de R$ 165,74. Tradicionalmente, o prazo de entrega termina em abril.

Não sabe se precisa apresentar a declaração? O 6 Minutos listou os casos em que a declaração do IR é obrigatória.
 
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O dinheiro reina absoluto como meio de pagamento mais usado pelos usuários da 99. Do total de corridas realizadas pelos motoristas do aplicativo, 70% são pagas com dinheiro. Mas esse percentual deve cair se depender dos esforços da 99 para ampliar a base de usuários da 99Pay, sua carteira digital lançada em meados do ano passado.

Números da empresa mostram que esse percentual caiu para 60% nas cidades em que a 99Pay foi lançada. A tendência é que essa fatia diminua ainda mais com a expansão da carteira para cidades maiores.
 
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de ontem, em sua live nas redes sociais, que foi decidido pela equipe econômica que o governo suspenderá a cobrança de impostos federais sobre o diesel por dois meses a partir de março. A suspensão, segundo ele, valerá também para o gás de cozinha. // Leia mais

Por falar nisso, a Petrobras confirmou o reajuste dos preços da gasolina e do óleo diesel em suas refinarias, que ficarão R$ 0,23 e R$ 0,34 mais caros a partir da sexta-feira, 19. Com mais esse reajuste, o litro da gasolina passará a custar R$ 2,48 e o do diesel, R$ 2,58. // Leia mais 

A preocupação com o desemprego e o possível aumento da inflação nos Estados Unidos fez de ontem um dia de pouco apetite ao risco. Com isso, o Ibovespa registrou baixa de 1,04%, aos 119.106 pontos. O dólar, por sua vez, terminou o dia em alta de 0,48%, cotado a R$ 5,44. // Leia mais 

 O conglomerado Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, revelou três aquisições para a carteira de investimentos que eram mantidas em segredo. Elas incluem novas apostas na Chevron Corporation e na Verizon Communications. A empresa também encerrou participações na Apple Inc. no último trimestre de 2020. // Leia mais
 
A inflação no Brasil ficará ainda mais alta que o esperado e bem acima do centro da meta neste ano, com as expectativas para 2022 já sob risco, e esse cenário pede uma ação mais efetiva do Banco Central, cuja avaliação atual sobre a alta dos preços ainda parece “leve”, disse a economista-chefe do Credit Suisse Brasil, Solange Srour. // Leia mais
 
O Supremo Tribunal Federal rejeitou uma ação movida pela Procuradoria-Geral da República que pedia o fim do direito à gratuidade de passagem em vias públicas da infraestrutura do serviço de telefonia no país, caso esse que, se fosse aceito pelo tribunal, poderia encarecer o custo de implementação da tecnologia 5G no Brasil. // Leia mais

O que esperar dos 6 papeis com maior alta em 2020

O mercado financeiro percorreu uma verdadeira montanha-russa em 2020, um ano marcado pela pandemia de covid-19. Nessa trajetória de sustos, tombos e reviravoltas, algumas empresas se saíram muito bem e entregaram notáveis resultados para quem investiu em suas ações.

6 Minutos fez um levantamento dos seis papéis listados no Ibovespa que tiveram as maiores valorizações nos últimos 12 meses _CSN, Weg, Magalu, Vale, Bradespar e Suzano_ e perguntou a analistas se esse bom desempenho poderá se repetir em 2021.

Você confere aqui as tendências para esses papeis neste ano, sempre lembrando que rentabilidade passada não é garantia de retorno futuro: https://bit.ly/2L1RjXE
 
O anúncio da Ford de que encerrará a produção de veículos no Brasil acendeu um sinal de alerta entre consumidores que possuem carros da marca. Os temores vão desde os efeitos dessa medida sobre o valor de venda do veículo até a falta de peças para reposição e funcionamento da rede de assistência técnica e manutenção.

Ouvimos especialistas em direito do consumidor que explicam que a decisão de negócios da montadora não pode afetar de forma alguma os direitos dos proprietários de carros da marca. São eles: peças de reposição, cumprimento da garantia de fábrica, assistência técnica e até desistência da compra, em caso de aquisições recentes.

Saiba tudo aqui: https://bit.ly/2KYhmPr
 
O QUE FOI NOTÍCIA

A Justiça de São Paulo suspendeu a retomada de aulas presenciais no estado de São Paulo, e as escolas particulares já avisaram: vão brigar para reverter a decisão. Para o presidente da Fenep (Federação Nacional de Escolas Particulares), Ademar Batista Pereira, a decisão deve ser derrubada até segunda-feira, quando as aulas voltariam no sistema privado de ensino de São Paulo.
http://bit.ly/2NODe0R

O Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, está ampliando parcerias com o varejo para utilização do Pix como meio de pagamento. Hoje, o Pix já representa quase 80% das transferências bancárias, mas ainda é  pouco usado como meio de pagamentos no comércio. As duas primeiras grandes marcas a utilizar o Mercado Pago para processamento das transações do novo sistema são Burger King e C&A.
http://bit.ly/3qYsfA2

O fechamento dos shoppings centers para conter o avanço do coronavírus atingiu em cheio o desempenho do setor em 2020: dados divulgados pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) mostram que a perda em termos de movimento e receita equivaleu a uma década de crescimento.
http://bit.ly/3r4nMvw

A pandemia trouxe o trabalho remoto, e muitas micro, pequenas e médias empresas vão mudar a forma como trabalham pós-covid. Um levantamento encomendado pela Microsoft e realizado pela Edelman aponta que 38% das PMEs pretendem retomar ao trabalho presencial com políticas flexíveis.
http://bit.ly/39t6aUi

Aplicativos de transporte e de entregas estão enveredando pelo caminho dos serviços financeiros. A Uber anunciou nesta quinta o lançamento de uma conta bancária digital criada exclusivamente para os motoristas parceiros da plataforma. A plataforma não é a única a entrar nessa seara: 99 e Rappi também incluíram serviços financeiros em seu leque de serviços.
http://bit.ly/3qVBhO4

O Brasil fechou 67,9 mil vagas formais de trabalho em dezembro, a menor perda para o mês desde 1995, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia. Apesar do saldo negativo em um mês que tradicionalmente fecha postos de trabalho, no ano houve criação líquida de 142.690 empregos com carteira.
http://bit.ly/3cj8b7t

Com a execução do plano bilionário de cortes de custos do Banco do Brasil ainda indefinida, funcionários da estatal se mobilizaram para uma paralisação em todo o país nesta sexta, dia 29. O objetivo é pressionar o banco a desistir de vez da reestruturação, que prevê o fechamento de 112 agências e o desligamento de 5 mil funcionários.
http://bit.ly/3aciFCW

Os balanços da semana

Bom dia,

Quando esta semana terminar, ficará um pouco mais claro qual a extensão do dano da pandemia de coronavírus às principais empresas brasileiras: mais de 20 companhas de diferentes setores, de commodities ao setor financeiro, apresentarão seus balanços do segundo trimestre.

Os números mais esperados são os do Itaú Unibanco e Banco do Brasil, da Embraer e das operadoras de saúde SulAmerica e NotreDame Intermédica.

O mercado estará de olho para saber como os bancos estão se preparando para um eventual aumento da inadimplência, o quanto as exportadoras estão se beneficiando da retomada na China e os impactos positivos e negativos do coronavírus para as operadoras de saúde.

Quer ler mais? Vai lá: https://bit.ly/2BVHEgK
Por falar em bancos. Um levantamento feito pelo 6 Minutos nos dados do Banco Central mostra que a pandemia foi a senha para as grandes instituições financeiras privadas do país apertarem o botão de fast foward no processo de encerramento de atividades de agências físicas.

Itaú e Bradesco fecharam, apenas nos primeiros seis meses deste ano, 648 agências no país –no ano passado inteiro, os dois maiores bancos privados fecharam juntos 503 unidades.

Esse movimento de redução do atendimento físico não vai parar por aí, como indicou o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, e deve se intensificar no segundo semestre e também em 2021.

“É aluguel, segurança, funcionários, luz, mobiliário, decoração. Enfim, toda uma manutenção que não é barata. E as agências são como lojas, tem que entrar gente para justificar o custo fixo dela”, aponta Luis Miguel Santacreu, analista de bancos da Austin Rating.

Saiba mais: https://bit.ly/30lojia
Depois de despencar no começo da pandemia, as vendas de produtos de linha branca começaram a se recuperar fortemente em junho. Esse movimento é reflexo, principalmente, de dois fatores: reabertura do comércio de rua e shoppings e efeito do auxílio emergencial sobre o consumo.

Com um dinheiro garantido no bolso, muitos beneficiários conseguiram comprar produtos que faltavam há tempos dentro de casa.

As vendas de fogões e geladeiras, por exemplo, que caíram mais de 40% entre o final de março e início de abril, subiram 45% e 54% entre o início de junho e meados do mês passado.

“Milhares de consumidores que vieram para o online experimentaram uma jornada diferente de compra, seja pelo app, pelo site ou WhatsApp. Esse aprendizado vai mudar a forma como o consumidor toma sua decisão de compra”, afirma Fernando Baialuna, diretor da consultoria GfK.

Entenda melhor esse movimento: https://bit.ly/39RuUUF
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O QUE MAIS FOI NOTÍCIA

Em passeio de moto ontem por Brasília, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que manter o auxílio emergencial de R$ 600 “arrebentaria” a economia brasileira e que autorizou o ministro da Economia, Paulo Guedes, a discutir com o Congresso a criação de uma nova CPMF em contrapartida à redução ou extinção de outros impostos.
https://bit.ly/3gl6BRy


Bolsonaro ainda disse que André Brandão, “a princípio”, é o novo comandante do BB. Embora seja mais conhecido pelo trabalho em banco de investimento do que no segmento de varejo, o escolhido de Guedes poderia agilizar a agenda de venda de ativos do banco público, segundo fontes do setor financeiro.
https://bit.ly/2EzlRfB


Após a ameaça de proibição do TikTok pelo presidente Donald Trump, a companhia chinesa ByteDance teria concordado em vender sua participação nas operações americanas do aplicativo em uma tentativa de salvar um acordo com a Casa Branca.
https://bit.ly/3hVMvOf


As fintechs querem ter um papel mais ativo na resposta do governo à crise do coronavírus. Em uma carta pública, a ABFintechs afirmou que as startups do setor financeiros se dispõe a ajudar o governo a abrir contas e auxiliar os grandes bancos ou o BNDES a fazer análises de crédito.
https://bit.ly/2D2HFA6


Depois de fracassar nas negociações com os tripulantes para redução permanente dos salários da categoria, a Latam confirmou que vai demitir “no mínimo” 2,7 mil pilotos, copilotos e comissários. Os cortes vão começar por meio de um processo de demissão voluntária até o dia 4 de agosto.
https://bit.ly/2Psqomx

Triplicou o mini dólar

A quarentena imposta pela pandemia de coronavírus, somada à verdadeira montanha russa que virou o câmbio no Brasil, está estimulando que mais e mais pequenos investidores se dediquem ao chamado day trade, que são aquelas compras de ativos financeiros para venda rápida com lucro.

Um dos destaques desse movimento são as negociações de mini dólar, que é um contrato de menor valor da moeda americana negociado na bolsa e que movimentou US$ 784 bilhões no mês passado.

Para dar uma ideia do crescimento dessas operações, esse volume foi mais de três vezes maior do que o registrado pela B3 no mesmo período do ano passado.

Quer entender mais sobre esse movimento — e como você pode participar dele? https://bit.ly/3hAIvCy
A venda direta está na moda. Em muitos casos, essa estratégia de enviar o produto da fábrica diretamente para a casa dos consumidores foi uma maneira de driblar a queda nas vendas provocada pelo isolamento social.

Apesar do crescimento, as empresas garantem que não querem canibalizar lojas e supermercados — seus tradicionais e mais importantes pontos de distribuição. O importante, segundo elas, é oferecer uma alternativa ao cliente e, ao mesmo tempo, conhecer com mais detalhes as preferências dos seus consumidores. https://bit.ly/3f7CKL3
Você não precisa saber fazer caipirinha, negroni ou um drinque sofisticado se quiser beber bem durante essa pandemia. Também não precisa se arriscar ir a bares se ainda não se sente seguro para enfrentar possíveis aglomerações. Isso porque, de todos os deliveries criados nessa pandemia, um deles está se tornando mania nacional: a entrega de drinques em casa. Quer saber mais? https://bit.ly/3jNacKv
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O QUE MAIS FOI NOTÍCIA

Ex-presidente do Banco Central, o economista Arminio Fraga afirmou que vê algum espaço para um “pequeno” aumento da carga tributária no Brasil. O objetivo seria corrigir distorções do sistema tributário e de subsídios considerados por ele ineficientes. https://bit.ly/3f60uyY

Abastecer com etanol só compensa em 4 estados, diz ANP. São eles: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás — todos produtores do biocombustível. https://bit.ly/3jS663R

Pesquisa realizada pela Mercer mostra que 45% das companhias planejam congelar os planos de reajuste salarial em 2020. A consultoria ouviu mais de 200 empresas no levantamento. https://bit.ly/3jS61NB

O mercado prevê PIB de -5,77% em 2020 e dá como certo novo corte nos juros, segundo a última edição do Boletim Focus. A expectativa é de inflação baixa e dólar a R$ 5,20 no final do ano. https://bit.ly/2WXkZI4

A temporada de balanços está só começando e os mercados abriram a semana animados. Principal índice brasileiro, o Ibovespa encerrou as negociações com ganho de 2%, a 104.777 pontos. Já o dólar fechou em queda de 0,93% em relação à moeda brasileira, a R$ 5,15. https://bit.ly/3jMN3aQ

O cansaço causado pelo isolamento social se tornou um grande desafio para conter a pandemia. Isso é especialmente evidente entre jovens adultos, que têm menos medo do coronavírus e sofrem maiores impactos econômicos e sociais quando ficam em casa. O resultado é que, em muitos países, os jovens são o grupo demográfico no qual a doença avança mais rapidamente. https://bit.ly/3g6wjcn

As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo se recuperaram em junho, segundo o Secovi-SP. Ao todo, foram negociadas 2.984 unidades, aumento de 24,1% em relação a maio, mas ainda 56% abaixo de junho de 2019. https://bit.ly/305lMIR

Só vale com olho no olho?

O home office vem mudando a forma como as pessoas trabalham e se relacionam com os colegas de empresa. Por mais que o trabalho remoto possa trazer vantagens, como a redução do tempo no trânsito, alguns especialistas dizem que ele pode ser uma ameaça à cultura das organizações. O entendimento é que ela é algo que constrói no dia a dia e coletivamente.

Mas há quem enxergue no trabalho remoto uma oportunidade para o fortalecimento da cultura da companhia. Para esses, a adesão a esse atributo não depende da proximidade física entre os colaboradores e a convivência pode ser compensada virtualmente.

Com opiniões tão opostas, dá para saber qual delas reflete mais a realidade? Não existe uma verdade absoluta que serve para todos os casos, principalmente quando se trata da cultura de uma empresa, que é um organismo em constante mutação. 

Tudo vai depender do tipo de negócio, do momento que está sendo vivido e do quanto essa sabedoria coletiva que é o conhecimento acumulado sobre a empresa está amadurecida internamente. Por isso, a distância pode fazer mais diferença para algumas do que para outras.

Quer saber mais sobre os desafios que as empresas enfrentam para manter uma cultura forte em tempos de distanciamento social e menos interações presenciais? Confira no 6 Minutoshttps://bit.ly/30OKpsr.
Em dificuldades por causa da crise causada pelo coronavírus, muitas lojas correm o risco de fechar. Segundo o IBGE, 40% das empresas encerradas recentemente atribuíram o motivo à pandemia. Segundo levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising), 12% das franquias tiveram as atividades suspensas e 0,5% foram encerradas de vez no mês de abril. Para quem permaneceu no mercado, a queda no faturamento foi alta: 48,2%.

Em alguns casos, são negócios normalmente rentáveis, localizados em bons pontos comerciais, mas que não resistiram ao período de isolamento social por falta de capital de giro. Para não perder o ponto e não diminuir sua rede de lojas, as franquias utilizam o repasse para salvar unidades em risco. Funciona assim: o franqueado que não tem mais interesse em manter sua unidade – seja por dificuldades financeiras ou por outro motivo, como mudança de cidade ou aposentadoria – pode vender sua franquia para outra pessoa. https://bit.ly/30Q2s1n
Com o comércio aberto há pouco mais de um mês na cidade de São Paulo, nem todo mundo deixou o isolamento social para fazer compras. Prova disso é o índice de isolamento social na capital, que tem se mantido em torno de 46%. Para fazer as pessoas se sentirem mais seguras fora de casa, surge uma nova gama de produtos e serviços que promete esterilizar o ar, higienizar superfícies, limpar sapatos e aniquilar o medo do consumidor. A pergunta é: tudo isso funciona?

Não há apenas uma resposta para essa pergunta. Os sistemas esterilizadores de ar, por exemplo, são eficazes e com um custo bastante alto. Soluções simples, como tapetes sanitários, podem manter o ambiente mais limpo, mas são inócuas para evitar a contaminação pelo coronavírus. E modas recentes, como a varinha de luz ultravioleta tão popular em marketplaces que importam produtos da China, não desinfeta superfícies e pode provocar sérios danos se usada na pele ou nos olhos. Para saber mais, veja no 6 Minutos: https://bit.ly/3f4fhKA.
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O QUE MAIS FOI NOTÍCIA

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da comissão mista da reforma tributária no Congresso, deu um recado ao governo Bolsonaro e sua equipe econômica: o parlamento espera e vai trabalhar por mudanças maiores do que as propostas por Paulo Guedes. “É mais razoável do ponto de vista político, inclusive, que utilizemos essa energia para aprovar uma reforma mais ampla”, afirmou Ribeiro. “Talvez não seja aquela que o Brasil precisa, uma radical. Em matérias como essa, o bom senso manda a gente ser prudente, mas vamos ser ousados no que, do ponto de vista estrutural, pode modernizar mais o nosso país”. https://bit.ly/39vagcU

A pandemia do novo coronavírus levou a Prefeitura do Rio de Janeiro a cancelar a tradicional festa de Ano Novo, que costuma atrair milhões de pessoas para a orla de Copacabana. O Carnaval também está sob risco, caso uma vacina contra a covid-19 não esteja disponível até fevereiro. “Com relação ao réveillon, esse modelo tradicional que conhecemos e que praticamos na cidade há anos, assim como o Carnaval, não é viável neste cenário de pandemia, sem a existência de uma vacina”, justificou a Prefeitura. https://bit.ly/2OUT3jP

E São Paulo, que anunciou no fim da semana passada tanto o cancelamento do Ano Novo na Paulista quanto o adiamento do Carnaval para uma data não determinada, sabe que a ausência de grandes eventos terá um impacto na economia da cidade. Levantamento do Estadão baseado em dados de 2019 prevê que a capital paulista deixará de movimentar quase R$ 3,5 bilhões em serviços e no comércio com tantas ausências em seu calendário oficial de 2020/2021. https://bit.ly/3g3MQOa

A Caixa anunciou a prorrogação da pausa nas cobranças de prestações da casa própria por causa da pandemia da covid-19, mas beneficiários da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida, voltada às famílias mais carentes (com renda mensal até R$ 1,8 mil), continuam sem esse alívio. Mesmo com redução drástica na renda, eles seguem sendo cobrados pelo pagamento das prestações, que variam de R$ 80 a R$ 270. https://bit.ly/2OXVEJI

Um levantamento do QuintoAndar mostra que muitos paulistanos estão buscando nesta quarentena imóveis em bairros mais afastados no centro expandido ou até mesmo em cidades vizinhas da capital. A razão? Preços mais camaradas e mais espaço disponível. Com a explosão do trabalho remoto combinada a uma diminuição na renda, muitos têm migrado para espaços maiores em locais mais distantes. Será que a tendência se mantém depois da pandemia acabar? https://bit.ly/3hH6Qa3

Mães e pais têm razão de estarem preocupados com os problemas decorrentes da mudança repentina para as videoaulas e o longo tempo sem encontros presenciais. Estudos mostram que essa combinação tem causado impactos negativos no desenvolvimento das crianças em idade escolar. Os prejuízos vão além da perda de conteúdos e ocorrem também na aquisição de habilidades como interação, cooperação e expressão de sentimentos, principal objetivo das escolas para os pequenos nessa fase. https://bit.ly/3f1rn7w

Um dos sacrifícios exigidos de quem está ficando o máximo possível em casa durante a pandemia é não ter o mesmo nível de contato com a natureza. Para amenizar a saudade, um caminho tem sido levar mais verde para dentro de casa. Serviços que fornecem plantas e vasos tiveram a demanda multiplicada nos últimos meses, mas é preciso saber que as novas aquisições para embelezar a casa precisam de cuidado e atenção constantes. https://bit.ly/3hG8454

O coronavírus está fazendo com que muita gente compre nos comércios mais próximos de casa. E não é só isso. A maioria dos consumidores afirma que pretende continuar com a prática mesmo depois que a pandemia terminar. É o que mostra uma pesquisa feita pela consultoria empresarial Accenture entre os dias 20 e 25 de maio, que descobriu ainda que a crise atual estimulou também a busca por produtos de origem local. https://bit.ly/2OUjohM

Importa muito e para muita gente

Se você está lendo essa newsletter, é muito provável que o auxílio emergencial de R$ 600 seja algo distante de sua realidade. Mas é possível mostrar de maneira compreensível a importância que essa ajuda governamental tem para uma enorme parcela da população brasileira que está sendo afetada pela pandemia do novo coronavírus de uma maneira muito dura.

Quem dá o caminho das pedras é um estudo realizado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) a partir de dados de quatro semanas de maio presentes na Pnad Covid (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Covid) realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ele mostra que 26,3 milhões de domicílios – o que representa quase 40% das casas brasileiras – tiveram acesso ao benefício, o que aumentou a renda de cada um deles em R$ 846,50. Desse total, 82% possuíam renda domiciliar per capita de até R$ 832,65, ou seja, inferior à média do auxílio obtido.

Uma das conclusões da pesquisa do Ipea é a de que o auxílio emergencial funcionou muito para o que se propunha. Isso porque o valor repassado pelo governo correspondeu a 77,5% do rendimento médio dos trabalhadores por conta própria, e foi 21,2% superior ao rendimento médio do trabalhador doméstico. 

No comunicado que acompanha o estudo, o instituto de pesquisa se justifica: “Levando-se em conta que essas duas categorias estariam entre as principais populações-alvo do programa, o valor fornecido revelou-se capaz de compensar grande parte da perda potencial de renda domiciliar causada pela pandemia da Covid-19”.

É por isso que a discussão sobre uma eventual prorrogação do auxílio-emergencial, que foi elaborado originalmente para garantir três parcelas de R$ 600 em três meses, é importante e trata-se de um debate relevante para a sociedade brasileira. A equipe econômica do governo Bolsonaro ainda avalia a duração dessa extensão e a redução no valor dos eventuais próximos pagamentos. https://bit.ly/2YthoTo
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Mas a mesma Pnad Covid mostrou que o coronavírus provocou um efeito muito grave na renda de muitas famílias: o distanciamento social provocado pela pandemia de covid-19 deixou 9,7 milhões de trabalhadores sem remuneração em maio de 2020. O número corresponde a mais da metade (51,3%) das 19 milhões de pessoas que estavam afastadas de seus trabalhos e a 11,7% da população ocupada do país, que totalizava 84,4 milhões no mês.

De acordo com a pesquisa, 15,7 milhões de pessoas estavam afastadas do trabalho devido às medidas de distanciamento social para evitar o aumento da contaminação pela doença. Em maio, havia 75,4 milhões de pessoas fora da força de trabalho no Brasil (isto é, não estavam trabalhando nem procuravam por trabalho), dos quais 34,9% não procuraram trabalho, mas gostariam de trabalhar, e 24,5% não procuraram principalmente devido à pandemia ou porque faltava trabalho na localidade em que residiam, mas também gostariam de trabalhar. https://bit.ly/31heqD8
Mesmo que os principais bancos e gestores de fundos de investimento em renda fixa conservadores abrissem mão das suas taxas de administração, os cotistas ainda perderiam dinheiro, quando se considera a inflação, ao investir nessas aplicações. Isso acontece por causa da decisão do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros do Brasil para 2,25% ao ano. Como a inflação projetada para os próximos 12 meses pelo mercado é de 3,21%, ou seja, bem acima da rentabilidade dos títulos públicos, temos, pela primeira vez na história, uma taxa de juros real negativa.

Esse cenário de taxa de administração zerada ou mesmo pouco acima de 0,5%, entretanto, é totalmente fictício para boa parte dos fundos de investimento em renda fixa. Dados da Anbima mostram que, em março deste ano, a taxa média cobrada pelos fundos de renda fixa era de 1,37%, para os casos de aplicações iniciais abaixo de R$ 1.000. Com isso, o brasileiro passou a conviver com uma realidade que é antiga para investidores de outros países: é muito difícil ter, na mesma aplicação, alta rentabilidade, liquidez e risco baixo, como ocorreu por muito tempo no Brasil com a aplicação em títulos públicos. Agora, para ter maior retorno, será preciso correr riscos. O 6 Minutos mostra que mesmo na renda fixa há algumas opções com mais risco e chance de mais rentabilidade: https://bit.ly/382V0DA.
O mercado financeiro viveu uma quarta-feira que causou muito estranhamento. A polêmica começou no fim da noite da terça, quando o Itaú Personnalité, segmento premium do maior banco brasileiro, lançou uma série de vídeos em que ataca as corretoras e o modelo de agentes autônomos de investimento. Nos filmes publicitários, há críticas ao estímulo eufórico para a entrada na Bolsa (que sofreu perdas consideráveis em 2020) e às recomendações de investimentos que seriam feitas para garantir uma boa comissão ao assessor e não levariam necessariamente em conta o perfil do investidor ou a rentabilidade da aplicação. A ofensiva foi vista como “fogo amigo”, já que a XP Investimentos, responsável por difundir esse modelo no país e líder no segmento, tem no Itaú o seu principal acionista. https://bit.ly/2Ytlz1n

A resposta da XP veio diretamente de seu fundador e presidente. Guilherme Benchimol usou seu perfil no LinkedIn para rebater as críticas feitas pela campanha de seu maior acionistas. “A campanha do Itaú só reforça que estamos no caminho certo. Para o maior banco do país, com mais de 90 anos de tradição, ir a público e ofender uma profissão tão fundamental para o desenvolvimento financeiro dos brasileiros, é porque realmente percebeu que não consegue mais competir colocando o cliente em primeiro lugar”, afirmou Benchimol. Em outro momento, o executivo ironiza o slogan do Itaú: “Tenho uma certeza: se tem algo que o banco não é, nem nunca foi, é ser feito para você”. Qual será o próximo passo no duelo entre duas das maiores forças financeiras do Brasil? Aguardemos. https://bit.ly/2Nu9F12
Apesar de as primeiras medidas de flexibilização da quarentena estarem saindo do papel, ainda é difícil saber quando a pandemia do coronavírus estará minimamente controlada. Esse é um fato importantíssimo para quem está planejando uma viagem, ainda que seja para um horizonte mais distante. Dados do Kayak, plataforma de plataforma de busca de passagens aéreas, mostram que a busca por voos ainda está 70% menor que no mesmo período do ano passado, mas que o relaxamento das medidas de isolamento e a queda das barreiras sanitárias têm estimulado algum planejamento para 2021.

O levantamento mostra que 40% dos brasileiros estão buscando viajar nos próximos 6 meses, e que 43% planejam viajar depois disso — só no ano que vem, portanto. Por fim, 17% não estão pensando em férias. “Antes da pandemia, os brasileiros costumavam comprar os bilhetes para voos internacionais com pouco mais de 2 meses de antecedência. Já os voos nacionais eram comprados em média 3 semanas antes do embarque”, explica Eduardo Fleury, líder de Operações do Kayak no Brasil. Ele diz que essa busca para 2021 é atípica, e que as próprias companhias aéreas estão se adaptando para exibir preços para o próximo ano. https://bit.ly/37XIbKF
Cinema, teatro, shows. A necessidade de distanciamento social imposta pela pandemia de coronavírus cancelou todos esses eventos. Até que surgiu o cine drive-in como opção de diversão para quem está cansado de ficar trancafiado em casa. De olho no tipo de evento da era pós-pandemia, a startup Dpen criou um aplicativo que permite que toda a experiência de assistir a um filme de dentro do carro aconteça sem contato físico com outras pessoas.

Entre as funcionalidades do app está a possibilidade de validar o ingresso na entrada, pedir a comida ou bebida de dentro do carro por um cardápio virtual e até entrar em uma fila virtual para uso do banheiro. “Logo na entrada, a leitura do ingresso é feita por um totem de autoatendimento. Não precisa sair do carro para pedir sua bebida ou comida. O cliente faz o pedido pelo app, que notifica a cozinha e a comida chega até ele no veículo. Não precisa ficar em uma fila física para ir ao banheiro, basta entrar em uma fila virtual”, diz Luis Felipe Palomares, sócio da Dpen. Para saber mais sobre como poderá ser sua experiência em um drive-in em tempos de covid-19, acesse o 6 Minutoshttps://bit.ly/380nY6W.

Uma pedra no caminho do WhatsApp

Bom dia,O mercado de pagamentos que estava prestes a ser abocanhado pelo WhatsApp encontrou uma resistência de peso pelo caminho. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) suspendeu o acordo entre o WhatsApp e outras instituições financeiras que permitia a realização de pagamentos e transferência de dinheiro diretamente entre usuários do aplicativo. Já o BC determinou que Visa e Mastercard interrompam as transações.
 
Segundo o BC, “a continuidade dessas operações sem a prévia análise do regulador poderia gerar danos irreparáveis ao SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) no que se refere à competição, eficiência e privacidade de dados”.
 
Com 120 milhões de usuários no Brasil, maior do que a base de clientes de qualquer grande banco, o WhatsApp teria disponibilizado a solução de pagamentos para 1,5 milhão de pessoas. Quer saber mais? https://bit.ly/3hY4Jzg
O Banco Central anunciou uma série de medidas para destravar o crédito. Um dos focos desse empurrãozinho são as micro e pequenas empresas, as mais atingidas pela crise do coronavírus. Para incentivar os bancos a liberar financiamento para esse segmento, o BC vai penalizar as instituições financeiras que não emprestarem no mínimo 10% dos recursos que são obrigados a deixar depositados sem movimentação na poupança, o chamado depósito compulsório. Leia aqui: https://bit.ly/2YsMA5i
 
Em outra iniciativa para estimular o crédito, o BC anunciou a possibilidade de uso de imóvel como garantia de mais de um empréstimo, com potencial de liberação de R$ 60 bilhões. Com a mudança, será possível utilizar a parte quitada de um financiamento imobiliário ainda em curso como garantia para outro empréstimo, com a mesma taxa de juros. Mais aqui https://bit.ly/2NnR1b5
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O dinheiro ficou curto e as despesas já superam as receitas no seu orçamento doméstico? Hora de colocar as contas em ordem. O 6 Minutos preparou um guia para te ajudar a superar esse momento difícil. Aqui vai um resumo:
 
O primeiro passo é cortar todos os supérfluos. Anote tudo o que você gasta e veja se realmente precisar manter todas as despesas. O segundo passo é buscar uma renegociação dos valores mais altos. De forma geral, fornecedores preferem receber menos, ou de forma parcelada, a ficar no prejuízo. Seja transparente e sincero e busque o acordo.
 
Se, finalmente, passadas as etapas anteriores, o dinheiro continuar insuficiente, é hora de decidir quais contas serão pagas e quais ficarão em aberto. Opte por quitar dívidas com juros mais altos — cartão de crédito, por exemplo. E cuidado para não inadimplir em serviços essenciais. Ainda que o corte de energia ou água estejam parcialmente suspensos durante a pandemia, tente garantir o mínimo para você e sua família. Quer saber mais? https://bit.ly/2YX6LY2
 
O aumento do desemprego e a redução salarial devem empurrar ainda mais consumidores para o atacarejo, formato de loja que vende produtos tanto no atacado como no varejo. Em momentos de crise, como agora, as pessoas priorizam a compra de itens essenciais em detrimento de supérfluos e abrem mão da conveniência em nome da economia.
 
Uma pequisa do Horus, plataforma que reúne dados do varejo, mostra que o valor médio gasto pelo consumidor em compras de supermercado aumentou 8% após a liberação do pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600. No formato atacarejo, o avanço foi de 16%, sugerindo que esse dinheiro foi utilizado para comprar alimentos e produtos de limpeza. Leia mais: https://bit.ly/3erEiQs
 
Qual vai ser o futuro das viagens rodoviárias? Na semana passada, a Marcopolo apresentou um ônibus equipado com cortinas, materiais antimicrobianos e um sistema de ar-condicionado com luz ultravioleta. Outro diferencial é que as poltronas são individuais, separadas uma das outras pelo corredor. Mas será que as empresas de viagens vão adaptar seus ônibus para essa nova realidade?
 
A associação que representa o setor aponta dificuldades, como a falta de um protocolo de retomada aprovado pela Anvisa e de caixa para investimentos, já que a maioria das empresas ficou parada por conta das restrições de viagem impostas pelos governos estaduais.
 
O setor pede uma ajuda do governo federal para não ir à falência. Enquanto o socorro não chega, mais de 30 mil funcionários já foram demitidos. Mais aqui: https://bit.ly/2YrS2oV
A crise do coronavírus derrubou a arrecadação de impostos no país. No mês passado, a arrecadação federal somou R$ 77,415 bilhões, um tombo de quase 33% na comparação com maio do ano passado. Em função da crise, o governo permitiu o atraso no pagamento de uma série de tributos para dar alívio de caixa às empresas e famílias. Em maio, esse diferimento afetou negativamente a arrecadação em R$ 29,920 bilhões. https://bit.ly/2Np5OlL
 
A uma semana do prazo final, mais de 10 milhões de contribuintes ainda não prestaram contas dos rendimentos recebidos em 2019 para a Receita Federal. Até ontem, 22 milhões haviam enviado a declaração de Imposto de Renda de 2020. A expectativa é que 32 milhões de documentos sejam transmitidos.
 
Uma das principais dúvidas de quem vai declarar é sobre como incluir dependentes. Se o casal declara separadamente precisa ficar atento: o dependente só pode ser incluído em uma das declarações, preferencialmente na do contribuinte que tiver maior rendimento tributável. Mas se o dependente tiver renda é preciso ter cuidado: os ganhos dele também devem ser informados. Tire suas dúvidas sobre esse assunto e outros em https://bit.ly/2CzxO46
Carne bovina virou artigo de luxo para muitos brasileiros. A contradição é que apesar de o Brasil ser maior exportador de carne bovina e de frango do mundo, esse tipo de alimento não chega à mesa dos mais pobres. É que a indústria de carne é dominada por grandes empresas que possuem forte foco nas exportações, como JBS, Minerva e Marfrig.
 
O consumo de carne bovina no Brasil deve cair 10% este ano, com a crise econômica diminuindo o poder de compra da população. A demanda por frango e carne suína não aumentará o suficiente para compensar a queda na carne bovina. Além disso, o histórico de crises econômicas no país mostra que as mudanças no consumo podem perdurar. Os brasileiros estão comendo menos açúcar e carne bovina do que em 2014, um ano antes da pior recessão do país. https://bit.ly/3es03zz