Atravessou o samba

Os fundos imobiliários caíram nas graças de muitos investidores no ano passado. Também pudera: a retomada do mercado de imóveis representou um potencial de ganhos que foi correspondido com uma alta de 36% ao longo do ano. Esse foi o ganho do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3, o IFIX. Ou seja, teve fundo que subiu mais. Mas a lua-de-mel sofreu um sobressalto neste ano, em que o índice caiu 3,76% em janeiro e outro 0,92% na primeira quinzena deste mês. Ou seja, os fundos atravessaram o samba, como se diz na gíria quando a música sai da melodia.

Mas analistas dizem que não há motivos – ao menos por ora – para desespero. Eles atribuem a queda a um movimento natural de realização de lucros em cima de um investimento que quase só subiu nos últimos meses. Os próximos meses vão dizer se é algo passageiro ou se é uma correção necessária. Quer saber mais? Leia na matéria: http://bit.ly/2HxfjMT
O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar ontem da reforma administrativa e disse que o texto pode ser apresentado nesta terça-feira à tarde. Criticou a demora no projeto, mas não relacionou um suposto senso de urgência com a preocupação crescente de analistas e empresários com a perda de vigor da economia. “Estamos na iminência de mandar a reforma administrativa”, afirmou o presidente, voltando a ressaltar que as medidas só vão afetar quem ingressar na carreira pública depois de uma eventual aprovação pelo Congresso. O 6 Minutosacompanha: http://bit.ly/2HzlL5U 

Sobre o momento de fraqueza e dúvidas quanto à retomada: analistas consultados semanalmente pelo Banco Central reduziram de 2,30% para 2,23% a sua previsão para o crescimento da economia brasileira em 2020, em níveis mais baixos não vistos havia dois meses. O governo, por sua vez, manteve a sua estimativa de 2,40%, dizendo que eventuais efeitos do coronavírus ainda não são sentidos no país: http://bit.ly/2SBAhk8
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O temporal na cidade de São Paulo na última semana e a epidemia do coronavírus na China deixaram evidente a importância do home office para as empresas. Muitas delas passaram a adotar o trabalho remoto como ferramenta para estimular os funcionários e facilitar a conciliação da vida pessoal com a profissional. Mas há desafios a serem superados, como manter o engajamento e a produtividade. O 6 Minutosconversou com especialistas em recursos humanos e conta quais as recomendações: http://bit.ly/2u70r4N
“Se 2019 foi o ano do crescimento chinês, 2020 será o ano do #TemNoMagalu.” É assim que o Magazine Luiza definiu as suas diretrizes para os negócios neste ano na divulgação dos resultados do quarto trimestre: o foco vai ser ampliar o sortimento, ou seja, a variedade de produtos à venda. É uma referência e uma consequência das aquisições anunciadas nos últimos meses, da Netshoes e da Estante Virtual. Os planos e os resultados parecem ter agradado os investidores: as ações subiram 4,47%. Saiba mais da nova estratégia da rede varejista: http://bit.ly/2wrLjQj
Quem está preocupado com a saúde da economia global – com impactos por aqui também – por causa dos efeitos do coronavírus ganhou novo motivo para se angustiar. O Japão, que tem o terceiro maior PIB do mundo, caminha para uma provável recessão depois do abalo causado pelo aumento dos impostos sobre vendas no último trimestre. A economia local encolheu no período a uma taxa anualizada de 6,3%, a maior queda desde 2014, segundo estimativa do governo. Saiba mais sobre a crise no Japão: http://bit.ly/39M1E0j
E o mercado de entregas agendadas por meio de aplicativos acaba de sofrer um novo revés. A startup Loggi, um dos unicórnios brasileiros (empresas novatas avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais), mandou embora ao menos 120 profissionais, segundo informações do Estado de S. Paulo. Os cortes, que se concentraram nas área de vendas e marketing, ocorrem um mês depois de a colombiana Rappi, também de entregas, cortar 150 pessoas no país. Em comum, ambas possuem como investidor o grupo japonês SoftBank. Leia mais sobre o que está acontecendo no segmento: http://bit.ly/38B1dWN
A economia brasileira corre o risco de não ter se expandido sequer 1% no último ano, mas, para algumas empresas, o ritmo é de crescimento chinês. Esse foi o caso da Red Bull, a famosa marca de energético.O volume de vendas da companhia austríaca atingiu o recorde de 7,5 bilhões de latas em todo o mundo em 2019, impulsionado pelo avanço em mercados emergentes como Brasil (+30%), Índia (+37%) e África (+25%).Saiba mais sobre o resultado da empresa: http://bit.ly/2vKiCxn