A sangria é real

Você já deve ter tido a sensação de que a estrutura de atendimento dos grandes bancos vem sofrendo mudanças nos últimos tempos. Menos agências, um número menor de pessoas atendendo, incluindo gerentes. Para se ter uma ideia de como essa sensação é real, ao longo dos últimos oito anos os bancos comerciais múltiplos cortaram 67,2 mil postos de trabalho formal, de acordo com os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia. Em termos de fechamento de unidades, somente Itaú e Bradesco encerraram 500 agências em 2019. 
 
6 Minutos fez um raio-x nas demissões bancárias no ano passado, que chegaram à marca de 8.900 postos com carteira assinada. A pesquisa descobriu que as profissões relacionadas com o funcionamento de agências e atendimento ao cliente foram as que mais sofreram com essas demissões: gerentes, caixas e tesoureiros responderam por 8.000 cortes.
 
O que explica tantas demissões? O avanço da tecnologia de serviços financeiros vem permitindo uma estrutura mais enxuta, com os clientes aderindo, cada vez mais, a serviços bancários digitais. Essa mesma transformação tecnológica é determinante na entrada de novos concorrentes no setor, como fintechs (startups do setor financeiro) e bancos digitais, o que obriga os grandes bancos a buscar eficiência. Isso se traduz em redução de despesas, o que inclui o fechamento de agências e demissões.
 
O cenário é ruim para quem ainda trabalha na estrutura tradicional bancária, mas há uma saída para muitos profissionais da área: os novos concorrentes têm atraído muitos dos gerentes mais competentes dos bancões, estejam eles disponíveis no mercado ou não. A qualificação desses profissionais que já têm experiência no setor bancário pode ser somada a uma reciclagem de carreira que pode torná-los cada vez mais atraentes para posições nas empresas que estão chegando. https://bit.ly/39mR8N4
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Pela primeira vez em 33 anos de história, o WMC (sigla em inglês para Congresso Mundial Móvel), maior evento da indústria de telecomunicações e dispositivos móveis que é realizado em Barcelona, foi cancelado. “A preocupação global em relação à epidemia de coronovírus, as dificuldades para deslocamentos e outras circunstâncias fazem com que seja impossível realizar o evento neste ano”, disse John Hoffman, CEO do consórcio GSMA (sigla em inglês para Associação do Sistema Global para Comunicações Móveis), que organiza o WMC, em um comunicado enviado à imprensa.

O anúncio ocorreu após uma reunião de emergência do conselho do GSMA, depois da divulgação da desistência de expositores importantes, como Deutsche Telekom, Vodafone, BT e Nokia. Todas as empresas citaram a preocupação com a epidemia de coronavírus como a razão principal de desistirem de ir ao evento. https://bit.ly/2Slk5TK
O Banco Inter divulgou ontem seu balanço de resultados para o quarto trimestre de 2019, bem como os números finais da instituição no ano. Nele, a instituição revelou que obteve um lucro líquido de R$ 81,6 milhões em 2019, uma alta de 16,8% em relação ao ano anterior. Além do resultado, o Inter também revelou quais são as suas estratégias para os próximos meses, tendo como ponto de partida a nova versão do seu aplicativo para smartphones.

Segundo o comunicado, o Inter “está convicto de que o marketplace é a nossa nova grande estratégia e uma das principais vertentes do nosso super app. As receitas são geradas a cada compra e são fomentadas pela conveniência e vantagens oferecidas, como: dados de pagamento já cadastrados nas compras 100% através do app, cashback em todas as compras e, no futuro, a possibilidade de limite de crédito exclusivo para consumo em nossa plataforma”. https://bit.ly/2SoQOHX
A falta de recursos no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), o programa federal de crédito para o ensino superior, deixou muitos estudantes sem alternativas para acessar escolas particulares. Mas aos poucos, outros caminhos foram surgindo, como o financiamento por instituições privadas de crédito. A Pravaler, a maior do setor no país dedicada ao crédito estudantil, é uma delas. Desde 2006, a empresa já concedeu crédito para mais de 150 mil alunos.

Nesse cenário de escassez, qual é o segredo para facilitar a obtenção de crédito? Para Carlos Furlan, CEO da Prevaler, o essencial deve ser a empregabilidade do curso. “Para nós, o ideal é que haja uma aderência maior aos cursos e às universidades de melhor qualidade. E não é à toa: o estudante que se forma nessas instituições tem mais chances de pagar pelo financiamento no futuro”, afirma Furlan. “Quando o aluno tem o dinheiro, ele escolhe o curso que quer, e não aquele que cabe no bolso”. O restante da entrevista você confere em https://bit.ly/2OOUaSa.
Existe algo mais irritante do que entrar em contato com um serviço de atendimento ao cliente e se deparar com um menu de opções que não faz o menor sentido para resolver o problema ou dúvida que você tem? Pensando em melhorar essa experiência tão desgastante, a Americanas.com passou a utilizar o sistema de inteligência artificial do Google para atender seus clientes por WhatsApp.

Segundo Jean Lessa, diretor de tecnologia da B2W (dona da Americanas), a diferença entre essa nova assistente virtual e um chatbot convencional é sair do atendimento baseado em respostas padrões pré-estabelecidas para um fluxo de diálogo a partir da interação com o cliente. Na prática, isso significa que a assistente virtual consegue entender perguntas simples, como “Onde está minha geladeira?”. “A pessoa não costuma perguntar como está o status da entrega do pedido 003. Ela quer saber onde está a geladeira que ela comprou”, afirmou Lessa. https://bit.ly/2OJUQIL
O WhatsApp, aplicativo de mensagens que pertence ao Facebook, anunciou ontem que atingiu a marca de 2 bilhões de usuários, tornando-se a segunda plataforma de mídia social do mundo a atingir esse marco. A primeira é o próprio Facebook, que informou no fim de 2019 ter cerca de 2,5 bilhões de usuários ativos mensais.

A empresa vem desenvolvendo ferramentas de comércio eletrônico para app, conforme adota medidas para gerar receita com o aplicativo. Em novembro de 2019, foi lançado um recurso para pequenas empresas, os principais usuários do aplicativo WhatsApp Business, oferecendo uma “loja móvel” para expor seus produtos com fotos e preços.
A marca de roupas Reserva lançou uma camiseta com QR Code como parte da sua coleção para o Carnaval. Trata-se daquele código bidimensional, que pode ser lido com câmeras de celulares ou aplicativos, e que direciona o usuário para um link pré-definido. No caso da marca, que está vendendo as peças a R$ 129 em seu e-commerce, o link é exclusivo para o perfil do Instagram do usuário que está fazendo a compra.

No caso, a solução não é, nem de longe, exclusividade da Reserva: você também pode estampar um QR Code em uma peça de roupa. Caso você resolva customizar seu look para a festa de Momo com um código personalizado, escolha bem entre as ferramentas disponíveis na internet. Lembre-se do seguinte: no fim das contas, trata-se de um link que pode trazer informações pessoais, como seus perfis em redes sociais. Pense bem sobre os dados que você vai compartilhar e evite preencher cadastros desnecessários nas plataformas. https://bit.ly/2vrDoSA